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Como funciona a correção da carta de crédito?

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Decidiu investir em uma carta de crédito contemplada? Antes de fechar negócio, procure saber um detalhe muito importante: a correção da carta de crédito.

Sabe-se que a carta é atualizada, mas nem sempre os investidores entendem como funciona correção da carta de crédito, quais índices são utilizados e como isso impacta o planejamento financeiro para aquisição do bem.

Neste artigo, você confere de forma clara como é feita a atualização carta de crédito. Acompanhe e saiba como analisar o documento, garantindo a melhor alternativa para seu perfil.

A imagem mostra um exemplo de uma mulher lendo uma carta de crédito.

 

O que é a correção da carta de crédito?

A correção da carta de crédito é o mecanismo que atualiza o valor do documento ao longo do tempo. A atualização preserva o poder de compra da carta frente à inflação e à valorização natural dos bens no mercado, como imóveis ou veículos.

Portanto, a carta de crédito não permanece com o mesmo valor nominal durante todo o contrato. Ela passa por um processo de atualização para garantir que, no momento da utilização, o valor esteja mais próximo do preço real do bem desejado.

 

Por que a carta de crédito precisa ser corrigida?

O valor inicial do documento poderia ser insuficiente para comprar o mesmo bem daqui a alguns anos sem a correção. A inflação corrói o poder de compra do consumidor e o reajuste carta de crédito evita essa defasagem.

Por isso, as empresas que emitem o documento utilizam índices oficiais para atualizar tanto o valor do crédito quanto, em muitos casos, as parcelas ao longo do contrato.

 

A correção altera o valor total da carta ou o saldo devedor?

Na prática, a correção pode impactar o valor total da carta de crédito e o saldo devedor. Aumenta-se o valor do documento para manutenção do poder de compra e do saldo devedor para correção das parcelas.

O objetivo é sempre manter a transparência total sobre valores, por isso os índices de correção são estabelecidos em contrato. Dessa forma, o comprador consegue ter previsibilidade sobre custos e crédito.

 

Qual índice é utilizado para corrigir a carta de crédito?

O índice de correção é um dos pontos mais relevantes do contrato. É importante verificá-lo para saber como o valor do crédito será atualizado, bem como das parcelas residuais.

De modo geral, os índices oficiais mais comuns são o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), comum em cartas de crédito imobiliário, e o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que é o índice oficial da inflação. Em alguns casos, pode-se utilizar o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado).

A escolha do índice está relacionada ao tipo de bem vinculado à carta de crédito. Em consórcios imobiliários, por exemplo, o INCC costuma ser utilizado por refletir a variação dos custos da construção civil.

 

Leia mais:

>>>> Como alinhar a validade da carta com as etapas do cartório para não perder o timing

 

Correção da carta de crédito x juros de financiamento: qual a diferença?

Um erro comum de quem ainda não conhece a carta de crédito é confundir correção com juros. Ambos impactam valores, mas possuem naturezas completamente diferentes.

 

Por que a correção não é considerada juros?

Os juros remuneram o capital emprestado, como ocorre em um financiamento tradicional. Geralmente, são calculados com base em sistemas como a tabela price, que embute juros compostos.

Já a atualização da carta de crédito não remunera capital. Ela ajusta o valor monetário do crédito para preservar o poder de compra. Por isso, quando se fala em cartas de crédito, é comum afirmar que não possuem juros.

 

Quais custos existem na carta, mesmo sem juros?

O documento não tem juros como em um financiamento, mas existem custos envolvidos. É o caso da taxa de administração, fundo de reserva (quando aplicável) e correção monetária conforme o índice contratado. 

 

Como a correção impacta o planejamento da compra do bem?

A lógica da correção é acompanhar a valorização média do bem. No entanto, isso não é uma garantia absoluta. Dependendo do índice utilizado e da dinâmica do mercado, pode haver diferença entre o valor corrigido da carta e o preço praticado no momento da compra.

Então, o que o comprador de carta contemplada precisa considerar para evitar defasagens? Quem pretende comprar cartas contempladas deve analisar qual o índice de correção, há quanto tempo o contrato está ativo, quantas parcelas ainda restam e se as parcelas são corrigidas pela inflação.

Esses fatores influenciam o valor real disponível para aquisição do bem e o total pago, garantindo a transparência em todo o processo e um planejamento financeiro mais assertivo.

As informações sobre reajuste da carta de crédito devem estar descritas no contrato de adesão. As cláusulas que tratam da atualização do crédito normalmente informam o índice de correção utilizado e a periodicidade do reajuste.

 

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