A carta contemplada para empresas é um ativo financeiro poderoso. Ela pode representar uma oportunidade de liquidez imediata ou de compra econômica de ativos para impulsionar o negócio.
Diante dessas possibilidades, uma dúvida é comum entre empreendedores e gestores: afinal, é melhor vender ou usar carta de crédito contemplada? Aqui, você confere como tomar a melhor decisão para sua realidade empresarial. Vamos lá?
A carta contemplada para empresas é um documento que comprova que seu titular, no caso uma pessoa jurídica, possui um crédito liberado para uso na compra de um bem.
É diferente do financiamento bancário tradicional, pois cobra taxas mais baixas e o prazo de pagamento normalmente é menor. Seu custo total é mais competitivo, podendo comprar bens de alto valor à vista, por preços mais atrativos.
Há duas possibilidades de uso da carta contemplada no negócio. Uma delas é para alavancagem empresarial com carta de crédito, com foco na compra de ativos. Outra é vender carta de crédito PJ para gerar caixa imediato.
A decisão de vender cartas contempladas normalmente se associa à necessidade de capital de giro ou à busca por maior flexibilidade financeira. A venda transforma um ativo de uso específico em recursos líquidos que podem ser direcionados para diversas áreas do negócio. Essa estratégia pode ser útil em momentos de:
O empreendedor ou gestor ganha autonomia para alocar os recursos onde há maior retorno. Essa liquidez pode gerar mais impacto imediato do que a aquisição de um ativo imobilizado.
No entanto, deve-se considerar que na venda geralmente o valor recebido é menor que o crédito total da carta. Por isso, a análise precisa ser orientada por retorno financeiro e não somente pela urgência.
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Usar carta contemplada no negócio é uma solução para crescimento estruturado. Não é para menos, afinal, viabiliza a aquisição de ativos relevantes sem recorrer a financiamentos com juros elevados. A alavancagem empresarial com carta de crédito é vantajosa em aquisições como:
O uso da carta de crédito contemplada preserva o caixa e permite o investimento em ativos que podem gerar receita ou aumentar a eficiência operacional. Além disso, o custo total é mais previsível, o que facilita o planejamento financeiro.
Para muitos negócios, o ganho de produtividade proporcionado por novos equipamentos ou ativos pode superar o custo da carta. Em situações assim, usar o documento é mais vantajoso.
Não há resposta única aplicável a todas as empresas. O contexto do negócio é o que ajudará a definir a melhor opção. A análise deve sempre considerar o custo de oportunidade. Pergunte-se o que gera mais valor para a empresa neste momento, se o uso do crédito ou a liquidez imediata.
Adote uma visão estratégica para avaliar essa decisão não apenas pelo valor financeiro nominal. Considere, também, o impacto no crescimento, competitividade e sustentabilidade do negócio.
A decisão entre venda ou uso da carta contemplada deve ser guiada pela análise de fatores estratégicos. O primeiro deles é o fluxo de caixa: se estiver pressionado, a venda do documento pode ser mais vantajosa. Se a saúde financeira estiver estável, o uso da carta pode gerar mais valor.
Outro fator é o momento do negócio. Empresas em expansão, abertura de novas unidades ou aumento de capacidade produtiva geralmente têm mais vantagens de usar carta contemplada no negócio. Já empresas em fase de reorganização ou ajuste podem priorizar liquidez.
O custo de oportunidade também precisa ser considerado com rigor. Se o capital obtido com a venda puder ser investido em algo com retorno superior, a comercialização faz sentido. Caso contrário, utilizar o crédito tende a ser mais vantajoso.
Além disso, é importante avaliar o tipo de ativo que seria adquirido. Bens ligados à geração de receita ou eficiência operacional justificam o uso da carta. Por outro lado, aquisições menos estratégicas podem não compensar.
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